A Garganta da Serpente

Luís Carlos de Oliveira

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Poesia Urbana

Poesia e ônibus,
Do povo é reservado seu lugar.
Destinos certos,
Outros grande circular.
Meio de transporte
Por um trocado,
Estudante paga meia,
Nada o idoso e o soldado.
Quero o carro de meu verso sempre lotado (?)
Sinaleira causa trocadilho:
- Pare nos pontos motorista.
- Cobrador, olha a vírgula,
Troco tem valor.
Uma roleta, que não seja russa,
Apraz ao corredor da vida.
- Barulho do motor
Com campainha rima
Estrofe é esquina.
Passageira e permanente
Seja a poesia!
Vale transporte
Para o dia-a-dia.


(Luís Carlos de Oliveira)


voltar última atualização: 25/03/2000
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