A Garganta da Serpente

João Andrade

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Sozinho, em silêncio,
encaro-me.
Encaro o reflexo
da minha nudez.
Resoluto sigo
deixando o espelho
impregnado de talvez.

(Para Alzeneide)


(João Andrade)


voltar última atualização: 23/12/2002
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