A Garganta da Serpente

Adhara

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Poetando

Faz-me poeta por um breve instante
Que no meu mundo tudo é desigual
Mas com sua poesia
Eu poderia criar asas e voar
Faz-me refém de sua entrega
Com palavras sublimes de puro silêncio
Que quando a noite chegar
Eu te encontro junto á lua
Daí me essa tua solidão inata
Que te faz tão diferente
De todos que eu conheci
Porque ao seu lado eu deixo de pensar
E posso deixar de ser
Brindo a minha poesia
E me faço poetisa
Quando amanhece
Minhas palavras são expressas
Não do modo como ontem as expressei
Mas sim, como hoje
Eu as digo a você...


(Adhara)


voltar última atualização: 12/04/2008
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