A Garganta da Serpente
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Gânglio

(Fábio Eleotério Souza Silva)

Sou um cérebro.

Podia ser um tecido morto ou um órgão em construção no laboratório de engenharia genética em base lunar, mas, sou um cérebro instalado nas costas de um humano.

Sou um cérebro.

Meus amigos dizem que as senhoras Sinapses não são as mesmas, alguns até falam que fez um humano em estado de pura "alegria-das-sinapses" ter "buracos como os das esponjas".

Outros humanos descobrem que ficção são suas vidas e a realidade é a vida após a morte.

A realidade é essa:

- Oi Jorge, como vai? - disse a barata B-1.

- Tudo bem - falou o humano.

Sou um cérebro de poliestireno?!

Sou um cérebro esculpido a mão por crianças?!

Sou...

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